Na tribuna da Assembleia, a deputada Linda Brasil comemorou a suspensão da greve de mais de um mês e a volta das atividades escolares na rede estadual. Professores aceitaram suspender a paralisação após sinalização do governo para criar comissão com 90 dias para apresentar proposta.
Na manhã desta terça-feira, 13, a deputada estadual Linda Brasil (Psol) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe para tratar, entre outros temas, da suspensão da greve dos professores da rede estadual de ensino, movimento que durou mais de um mês. A mudança mais imediata para estudantes e famílias foi a retomada das aulas da rede estadual.
Segundo a parlamentar, a categoria decidiu suspender a paralisação durante assembleia realizada na sexta-feira, 9, após uma sinalização do Governo do Estado sobre a criação de uma comissão com prazo de 90 dias para elaborar uma proposta de escalonamento para os professores. A iniciativa foi formalizada pelo envio de um documento ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese).
“Com a suspensão do movimento, as aulas da rede estadual de ensino foram retomadas nesta terça-feira”
Linda Brasil destacou o compromisso dos profissionais do magistério com os estudantes e suas famílias, em especial no que diz respeito à reposição dos dias letivos afetados pela paralisação. A deputada também mencionou agradecimentos ao apoio da sociedade sergipana e fez menção ao reconhecimento da importância da mobilização por parte de professores e estudantes.
Detalhes e próximas etapas
Os dados concretos informados na tribuna incluem as datas e prazos: a assembleia que determinou a suspensão ocorreu em 9 de outubro e a retomada das aulas foi registrada em 13 de outubro; a comissão anunciada pelo Governo terá prazo de 90 dias para apresentar proposta de escalonamento. O documento que formalizou a proposta de constituição da comissão foi encaminhado ao Sintese.
Essa pauta interessa diretamente a profissionais do magistério da rede estadual, estudantes matriculados nas escolas estaduais e suas famílias, além de gestores escolares e representantes sindicais. Não foram divulgados, no discurso, endereços, telefones ou links para acompanhamento formal do processo; o acompanhamento seguirá pelas instâncias já envolvidas: o sindicato e o Governo do Estado, conforme indicado na comunicação enviada ao Sintese.
Na tribuna, a deputada mencionou ainda outros assuntos, sem detalhá-los na fala registrada. O próximo passo da história será a constituição efetiva da comissão e a elaboração da proposta de escalonamento no prazo de 90 dias, cujo conteúdo e possíveis desdobramentos deverão ser acompanhados pelos professores, pelo sindicato e pelas autoridades estaduais.
Fonte: Alese
