O espaço Sabores de Sergipe, na Vila da Criança, reúne 18 empreendedoras da Economia Solidária. Com comercialização gratuita, elas vendem pratos típicos e ampliam a renda das famílias.
A Vila da Criança vai além das brincadeiras, atrações e diversão para o público infantil. O evento também movimenta a economia e cria oportunidades de renda para sergipanos. No espaço Sabores de Sergipe, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), 18 empreendedoras da Economia Solidária comercializam pratos da culinária sergipana.
Caruru, bobó de camarão, escondidinho, tapioca, caldos e salgados estão entre os produtos que fazem sucesso com o público. As empreendedoras comemoram as vendas e a possibilidade de obter renda extra para as famílias em um espaço oferecido gratuitamente durante todos os dias da programação da Vila da Criança.
A diretora de Economia Solidária da Seteem, Elayne Araújo, destacou o impacto da iniciativa para os empreendedores. “Mais um evento que faz parte do calendário turístico do Governo do Estado de Sergipe, promovendo oportunidades aos empreendedores solidários do nosso estado. A Vila da Criança, pelo terceiro ano, tem sido sucesso de vendas e tem superado a cada dia a expectativa dos empreendedores e de todos aqueles que visitam. Isso nos deixa muito felizes, porque temos a certeza que as políticas públicas promovidas aquecem a economia do nosso estado e aumentam as oportunidades de emprego e geração de renda”, afirmou.
Para Eliane de Jesus, que vende torta pudim, empadão e outros pratos, a participação representa segurança financeira e fidelização de clientes. “É uma experiência única e especial. Todo ano, a gente espera por essa oportunidade que o governo nos dá para ganhar a nossa renda. É o meio de nos manter. Graças a Deus, aqui as minhas vendas sempre foram muito boas. Meu carro-chefe é a torta pudim, são os doces, mas os salgados saem bastante também. É uma oportunidade excelente, porque tem muita gente que depende disso para sobreviver, eu sou uma delas. Além das vendas, as pessoas pegam meu número e surgem também encomendas”, comemorou.
A empreendedora do ramo de sobremesas Emanuelle Pinheiro ressaltou que a ação permite apresentar a marca a visitantes e turistas de diferentes regiões. “Trabalhar na Vila, acima de tudo, é uma oportunidade grandiosa que nós temos de demonstrar o nosso produto, estender relacionamento, conhecer pessoas e desenvolver novas oportunidades. Nós, empreendedoras, normalmente não temos condições de vir para a orla, ter acesso a tantos turistas, como também a clientes locais e regionais. Se fosse para pagar por isso, não tinha como tirar o nosso sustento, o que foi investido e ainda ter lucro. Então, quando surge essa oportunidade de forma gratuita, a gente consegue sim ter lucro”, enfatizou.
Participando pela primeira vez da Vila da Criança com a venda de chocolate cremoso, Wegilla Caroline também celebrou a oportunidade de expandir a rede de clientes.








Fonte: Governo de Sergipe
