O ONS restringirá intervenções programadas e fará monitoramento reforçado da rede neste domingo (25) para reduzir riscos à votação e apuração. Empresas de geração, transmissão e distribuição ficam em sobreaviso.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) adotará uma operação especial para reforçar a segurança do fornecimento de energia durante o segundo turno das eleições, neste domingo (25). Para o eleitor, isso significa restrições a intervenções programadas e monitoramento mais intenso da rede para reduzir riscos à votação e à apuração.
O plano do ONS prevê medidas específicas voltadas à preservação da operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e ao acompanhamento das condições meteorológicas. Empresas de geração, transmissão e distribuição foram orientadas a manter equipes de sobreaviso e a adotar procedimentos adicionais de segurança com potencial impacto sobre pontos sensíveis da rede.
Medidas previstas
- Restrição a manutenções: suspensão de manutenções e intervenções programadas que possam impactar o SIN.
- Monitoramento intensificado: acompanhamento reforçado da rede elétrica e das condições meteorológicas.
- Equipes de sobreaviso: empresas do setor deverão manter equipes prontas para atendimento imediato.
- Procedimentos adicionais: adoção de protocolos operacionais complementares visando reduzir riscos ao fornecimento durante votação e apuração.
O regime especial de operação ficará em vigor da meia‑noite de sábado (24) até as 7h de segunda‑feira (26). A adoção desses procedimentos em períodos eleitorais segue resolução do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que prevê medidas adicionais de segurança para eventos de grande relevância nacional.
Contexto do primeiro turno
As mesmas medidas foram adotadas no primeiro turno, em 4 de outubro. Segundo relatório do ONS sobre aquela operação, não houve ocorrências na Rede de Operação do Sistema Interligado Nacional que provocassem interrupção de cargas ou afetassem o processo eleitoral.
De acordo com o documento, o sistema manteve comportamento dentro dos padrões operacionais previstos durante a votação e a apuração. A atuação coordenada com as empresas do setor elétrico foi apontada como responsável por manter os níveis de segurança e confiabilidade planejados para a eleição.
A quem interessa
As medidas interessam principalmente a eleitores, mesários, tribunais regionais eleitorais, e às empresas de geração, transmissão e distribuição de energia. Para o cidadão, a operação especial busca minimizar o risco de interrupções que possam prejudicar o funcionamento dos locais de votação ou a apuração dos resultados.
As empresas do setor foram orientadas a seguir os procedimentos comunicados pelo ONS e a manter prontidão técnica durante o período definido. Não foram divulgados contatos adicionais, endereços ou números para atendimento ao público no material sobre a operação.
O próximo passo será a monitorização contínua da operação durante o período crítico e a consolidação de um novo relatório após o término do regime especial. A expectativa é repetir o desempenho registrado no primeiro turno e garantir o funcionamento dos locais de votação e a apuração dos resultados sem impactos relacionados ao fornecimento de energia.
