Marinha, Exército e Aeronáutica vão transportar urnas, equipamentos e equipes eleitorais em áreas de difícil acesso. Haverá operações de Garantia da Votação e da Apuração em 306 municípios e suporte em mais 39.
As Forças Armadas vão mobilizar cerca de 25 mil militares para apoiar a Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições, neste domingo (25/10). A mobilização vai envolver integrantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e terá impacto direto na logística de votação e apuração em localidades com acesso dificultado, com transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes eleitorais.
O emprego das tropas incluirá ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) em 306 municípios distribuídos por 11 estados, além de apoio logístico em outros 39 municípios de oito unidades da federação. A atuação alcançará comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outras localidades com desafios de acesso e infraestrutura, o que deve facilitar a chegada das urnas e das equipes eleitorais nesses pontos.
Serão utilizados diferentes meios para o transporte e apoio operacional, com emprego de aeronaves, helicópteros, embarcações e viaturas militares. A presença das Forças Armadas vai se concentrar nas localidades definidas pela Justiça Eleitoral, mediante pedidos apresentados pelos tribunais eleitorais e com autorização presidencial.
Modos de atuação e meios empregados
- Força humana: aproximadamente 25 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
- GVA: atuação em 306 municípios em 11 estados para Garantia da Votação e da Apuração.
- Apoio logístico: atuação em 39 municípios de oito unidades da federação.
- Meios de transporte: aeronaves, helicópteros, embarcações e viaturas militares.
Coordenação e estrutura
As ações serão realizadas de forma integrada entre a Justiça Eleitoral, o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e órgãos de segurança pública. Os pedidos de apoio são apresentados pelos tribunais eleitorais, que também coordenam o detalhamento das atividades com os comandos militares. A coordenação nacional ficará a cargo do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília, em articulação com os Comandos Conjuntos ativados para a operação.
- Comandos envolvidos: Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste.
- Meios aéreos: serão gerenciados pelo Comando de Operações Aeroespaciais.
Segundo o Ministério da Defesa, o objetivo é contribuir para a preservação da ordem pública, a normalidade da votação e da apuração dos votos e o livre exercício do voto. A atuação das Forças Armadas ocorrerá mediante solicitação da Justiça Eleitoral e autorização presidencial.
Interessa sobretudo a eleitores e equipes que atuam em áreas de difícil acesso — moradores de comunidades rurais, ribeirinhas e territórios indígenas —, além dos tribunais eleitorais que apresentaram pedidos de apoio. A operação seguirá coordenada pelo Centro de Operações Conjuntas durante o pleito e o próximo passo será a execução das atividades no dia da votação, com monitoramento integrado entre os órgãos envolvidos.
