No Distrito Federal, Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Distrito Federal, que será definido em 25 de outubro. A definição do confronto impacta diretamente eleitores do DF, partidos e candidaturas que precisarão ajustar estratégia para a disputa final, e determina que a escolha do chefe do Executivo local ficará para o segundo turno.
O primeiro turno foi realizado neste domingo (4). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Celina terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,93% dos votos válidos, o que corresponde a 824.910 votos. Leandro Grass ficou em segundo, com 34,48%, equivalente a 569.582 votos. Até as 20h12, 99,93% das urnas haviam sido totalizadas.
Como nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Distrito Federal será decidida em segundo turno, marcado para 25 de outubro. Esse prazo define o calendário imediato das campanhas e o período legal para propaganda, mobilização e debates entre os dois candidatos mais votados.
Resultados do primeiro turno
Além dos dois candidatos que avançaram, outros concorrentes registraram votação no primeiro turno conforme os números do TSE:
- Paula Belmonte (PSDB): 8,52%
- Kiko Caputo (Novo): 4,36%
- Cappelli (PSB): 2,23%
Esses percentuais representam a distribuição dos votos válidos entre os principais nomes que disputaram o governo local no primeiro turno. A soma das votações determina a obrigatoriedade do segundo turno por ausência de maioria absoluta para qualquer candidato.
Quem interessa e próximos passos
A principal audiência deste resultado são os eleitores do Distrito Federal, as legendas e apoiadores das coligações envolvidas. Para quem acompanha a apuração e os desdobramentos, o Tribunal Superior Eleitoral continuará a divulgar atualizações oficiais sobre a totalização de votos e eventuais retificações de dados. A agenda imediata é a preparação para o segundo turno em 25 de outubro, quando será conhecida a decisão final sobre o governo do Distrito Federal.
No período entre o primeiro e o segundo turno, as campanhas devem organizar eventos, debates e materiais de campanha dentro dos prazos e regras estabelecidos pela Justiça Eleitoral, e a cobertura jornalística seguirá acompanhando anúncios de alianças, agenda de campanha e novas apurações divulgadas pelo TSE.
